Eu no meio da avenida e você no camarote. Eu nem tinha te visto, mas senti, senti que você já tinha me avistado. Qual a chance de você me achar no meio de tanta gente? E qual a chance de eu olhar para cima sabendo que era você que me observava? E eu senti o peso dos teus olhos e olhei, e lá estava você, se esgueirando para melhor me ver, e eu feliz por ter te visto. Daí você me soltou um beijo, e eu quase senti o gosto. A pessoa que eu mais queria encontrar era você, sabe? De todos era você. E depois de ter te visto homem nenhum mais era interessante, só porque eu sei que nenhum tem o teu beijo. E nenhum corpo era bonito, porque ninguem tem a tua barriga. Tá, tá certo, teve uma hora que eu olhei pra outro cara, mas no mesmo instante fui comprar bebida só pra passar por você novamente. Aí tinha aquele bloco, que surpreendetemente eu ganhei a camisa e fui pular carnaval lá dentro, e encontrei aquele outro cara. Aquele que de vez em quando se declara pra mim e que diz que eu sou especial... e ele me beijou, e eu retribuí. Mas a noite passada foi cheia de surpresas, não é que quando eu dou uma volta eu te encontro? E você me abraça, e me beija o rosto, e trocamos duas palavras, mas o bloco pulava e me levou pra longe de você. Depois eu encontrei o outro cara de novo, e de novo ele me beijou, e de novo eu retribuí. Mais uma volta e te encontro, com ele. Me diz, pra quê vocês estavam juntos? Isso não é justo! E da última vez que te encontrei fiz uma brincadeirinha, mas parece que nem chamar a atenção adiantou. Agora estávamos conversando e você disse que quando foi me beijar eu virei o rosto, aonde que eu faria isso? Se tinha uma boca que eu queria saborear era sua! Entenda! E que ficou sem graça porque eu estava rodeada de gente, mas você sem graça? Conta outra! E disse que achava que eu não queria porque quando te vi lá em cima eu só soltei um beijo, mas me diz, você que tinha que descer sem eu chamar... Isso não é justo! Depois me chamou de molenga, molenga é você. Não sei pra quê eu ainda invento de ficar contigo. Eu nem te amo. Não como era de se esperar que eu amasse, já que fico toda assim por você. Eu só gosto de te sentir, de te beijar, de te cheirar e de sorrir contigo. Ah, e nem venha dizer que você também não gosta nem um pouquinho de mim, ainda mais agora que deu a louca de ficar dizendo coisas bonitas a cada conversa (não sei com qual objetivo, apaixonado por mim eu sei que não está), mas eu nem te respondo, vai que assim você continua dizendo só pra obter resposta. Sabe, eu só queria te dizer tudo isso, e juntar todos os textos que fiz sobre você em um só, e você ler tudo e saber o que sinto, saber que eu nem te amo, mas não vivo sem você. Se bem que você não gosta de ler, então isso não daria certo... Eu só estou com saudades, vem me fazer companhia? Eu nem te amo, mas eu te amo e nem é amor. E que vontade de você! Semana passada você disse que quando a gente se via não ficávamos só no abraço... dessa vez ficamos. E não ficamos.
Um beijo para você, que faz tão bem aos meus cabelos! ;)
Esse texto não tem nada a ver com nada, eu só precisava meio que desabafar. E olhe que nem é amor, imagine se fosse. :D
3 pensamentos;:
Ah, mas eu achei que foi um "nada a ver com nada" cheio de sentido, sabe? Deu até pra ler como se estivesse no meio do bloco, também sendo carregada para cá e para lá!
:)
Um beijo.
Ah, mas eu achei que foi um "nada a ver com nada" cheio de sentido, sabe? [2]
imagine se fosse entao né ?
me lembra quando eu ia nas micaretas e procurava o certo ser, nenhum cara sem camisa me interessava, até achar o ser, e pronto, quando eu achava, eu não ligava nem pra musica, só para a imagem qe eu via *-*
continue escrevend o/
parece qe vc escreve para mim hahaha, me identifico com todos seus textos ;D
um beeeijo ;*
só porque um cafuné nessas horas é o que cai bem!
e essa é uma carta que eu não gostaria de receber... hahahaha
beijo amorzão.
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